terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não acredito no amor fictício que este mundo promove

Não acredito em ideologias de sucesso capitalistas, e sim nas falidas!

Não creio em dogmas, sempre com fins paradoxais

Sentimentos não têm nome, nem  uma apenas característica

Quero me desvincular de tudo que me propõem

Quero ser o que ainda não tem nome

E se nenhuma digital se iguala, nenhum ser pode ser definido

Então não me diga quem tu és, porque não acreditarei na face que me dizes

Até o teu ultimo dia de vida, eu sei que poderás me surpreender.

Marcela Hannouche